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Chichas

Porcarias que encontro por aí

Porcarias que encontro por aí

Chichas

21
Jan09

Koka

Pedro Chichorro

 Pssual, já preparo a Koka sem medir os 400ml de água. Já faço a coisa a olho e nem conto bem os minutos! Faço a olhómetro e fica deliciosa!
Próximo passo: chanfana na lenha com o tacho selado com esterco do gado. Já não falta tudo.


 

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21
Jan09

Agonia

Pedro Chichorro

As coisas tristes assustam-nos e abalam-nos.
As coisas muito tristes chocam-nos e arrepiam.
As coisas muito dramáticas marcam tanto que até fazemos piadas com elas, como os judeus e os nazis, as torres gémeas ou ponte de Entre-os-Rios. Desdramatizamos para podermos avançar.
As coisas de um horror tipo filhadaputisse desarmam-nos e arrastam-nos para o fundo dos fundos. Agoniam e fazem gritar de horror. Como lidar com uma situação destas? Sou apenas humano!
É tenebroso levantar aquele copo de plástico preto e perfurado do ralo do meu lava-loiças.


 

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20
Jan09

Sobe sobe balão sobe

Pedro Chichorro

 Lembra-se daquele balão que lhe fugiu quando era criança e subiu pelos ares até que desapareceu? Deve ter perguntado ao adulto o inevitável para onde foi?.

Não sei o que lhe terão respondido, mas a resposta certa está aqui:

 

 

PS: A minha fobia é com os rasteiros que rebolam pelo chão e fazem aquele barulho quando os espremem.

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19
Jan09

As opiniões das máquinas

Pedro Chichorro

 É preciso ser muito distraído, e quem diz traído diz cornudo, para não perceber que as máquinas já ganharam uma consciência própria. Já tomam decisões e, no fundo já influenciam a nossa sociedade.

Peguemos no caso dos telemóveis. Quando escrevemos uma mensagem escrita, se não tivermos cuidado a máquina vai escrever o que acha que deve ser escrito. Activar o dicionário é abrir a porta às opiniões do equipamento.

Imaginemos que a letra do Bem Bom das Doce tinha sido escrita com um telemóvel e com o dicionário T9 activado. O refrão poderia sair "vamos abordar e ficar a ouvir a rádio no ar, a chuva a cair". Ora abordar não faz grande sentido, mas se dissermos "vamos a bordar e ficar a ouvir a rádio no ar, a chuva a caír" percebemos bem qual é a opinião do maquinedo àcerca do papel da mulher na sociedade.

Não podemos permitir semelhante retrocesso, as mulheres ganharam o seu espaço e não vai ser um aparelho ridículo que as vai mandar bordar.

Se os telemóveis mandassem, a nossa moeda europeia seria chamada Duro. Nós os portugueses mais idosos que ainda leram os Patinhas na versão brasileira sabem bem que era essa a expressão que o Donald usava quando queria dizer que não tinha dinheiro. Fica então registada a opinião do T9 relativamente à moeda única.

Passadas as opiniões automáticas da mulher na sociedade e das finanças dos portugueses, o que nos diz a máquina às relações amorosas? A escolha recai nas Anas. Para os telemóveis todas as Anas são boas. Mas a bordar.
 


Vamos a bordar, minhas senhoras!
 

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16
Jan09

Queixinhas

Pedro Chichorro

 A Mbit, depois de tantos anos na área da informática,ainda se engana nalguns pormenores. Nada de especial, o Lobo antunes também deve escrever voçê às vezes.
Ou isso, ou com a crise, já é a senhora da limpeza a tratar do marketing.

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15
Jan09

Tristeza de quatro patas

Pedro Chichorro

 


Em cima, um cão útil e digno.
Em baixo, Figo. Um parasita abandonado, inútil e sem missão na sociedade.

Não quero dizer que não se usem cães para guiar pessoas cegas. Não sei se algum invisual está a ler isto e se estiver não quero que se sinta mal com o que vou dizer. Imagino que as histórias que têm com o companheiro cão e exemplos de amor e amizade serão suficientes para me contrariar. Mas impressiono-me sempre que vejo um cego com o seu cão. Até à data não vi nenhum bicho que não parecesse ter sobre si toneladas de tristeza, desde a expressão do olhar aos movimentos, são das criaturas mais tristes que alguma vez vi.
Dizem que os cães são felizes a fazer aquilo para que foram treinados. Que para eles é como se estivessem a brincar seguindo aquelas regras,  o que é fácil entender quando vemos os cães de caça, os pastores, ou os que procuram pessoas em escombros; mas se os cães-guia gostam da sua condição, então disfarçam bem.
Nunca os vi sem ser em trabalho, serão eles, em casa, mais sorridentes? Ou fazem aquele número apenas em público para dar mais dramatismo à situação? Em casa têm alguma luz de noite para encontrarem a água ou a comida? Têm algum brinquedo para roer? Ou a existência deles resume-se ao que vemos?
Isto deve ser deformação minha que tenho um rafeiro inútil que passa o tempo aos saltos e a correr. Acabou de saír daqui disparado para a cozinha não se sabe porquê.

 

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