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Chichas

Porcarias que encontro por aí

Porcarias que encontro por aí

Chichas

23
Jan08

Excesso de iodo no sangue

Pedro Chichorro

Separados por 200 quilómetros. Unidos pelo amor às respectivas terras.

Representando a Póvoa do Varzim, o inconfundível Cido:

 

Mais a Sul, não menos apaixonado mas com mais meios, ele é massagista dos júniores da Naval 1º de Maio, ele domina a pós edição áudio. Ele é o poderoso representante da Figueira da Foz,  Luis Pinto:

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23
Jan08

Paradoxo do clássico sobre um clássico

Pedro Chichorro

Se cada ano da Internet se mede como os dos cães (x7), então este vídeo tem 63 anos e a música I Will Survive que já na altura era um clássico e que vive na dimensão humana, tem 30.

Foi um pensamento idiota, mas isso agora não interessa.

Eu pensava que esta pequena animação de 45 segundos fazia parte do imaginário de todos os internautas, mas num curto teclanço com um anciãointernético (que me mostrava a nova modalidade desportiva das crianças sedentárias) que não conhecia isto, percebi que algo teria que ser feito e essa seria a minha missão.

Senhoras e senhores, O grande clássico Alien Song:

Mais informações sobre o autor, aqui está a FAQ, o Making ofe algum merchandise

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22
Jan08

Fabrico Próprio

Pedro Chichorro

Hoje uma mensagem misteriosa cintilava no meu monitor:

macacoraivoso disse:
porra, vou ter que ir ao Porto comer bolos

Ele já estava offline quando li e prossegui alegremente a minha conquista do mundo.
Passaram horas quando vi no Google Reader os últimos posts do Blog do Macacoe percebi então o que se passava: passou-se Este site


Chichas não poderia passar ao lado deste assunto e foi investigar que bolos haveriam no Porto que o fizessem querer conhecer a província acima de Santarém.

 

O site Fabrico Próprio tem muito poucos exemplares nortenhos, mas desconfio que foram estes croissants que o abalaram:

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21
Jan08

Lusitano trambolhão

Pedro Chichorro

Quando encontro coisas portuguesas destacadas em sites americanos o mundo pára e o meu coração salta: que figura estaremos nós a fazer aqui? O pior é depois reparar que o protagonista foi colega de escola  e amigo de infância. É quase comovente mas não podia deixar de destacar este momento:

Click to watch video

http://www.machovideo.com/videos.php?article=7876

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21
Jan08

Pigmentação do além

Pedro Chichorro

Era eu muito mais novo quando, num programa religioso na rádio, daqueles com pastor e rebanho ao telefone, ouvi uma senhora chorosa dizer que foi à campa do marido pedir-lhe desculpa por se ter envolvido com outro homem.
Dizia a senhora que precisava de ajuda, que o espírito do defunto a perseguia e acrescentou algo que na altura me pareceu perturbador: «Quando vou obrar, só sai negro! Sai terra da campa do meu marido!»
Na altura eu não sabia, mas agora a experiência diz-me que talvez a senhora devesse dar-lhe menos no vinho tinto.

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20
Jan08

Fazer amigos entre os animais

Pedro Chichorro

Um dos passatempos intelectuais da humanidade é imaginar o que aconteceria se seres vindos de fora nos encontrassem. Sondas pelo nariz (os mais meigos), meses que seriam minutos, gravidezes bíblicas, enfim...

E se nós (humanos) encontrassemos uma metrópole gigantesca organizada, com sistemas de ventilação, corredores, habitação, creches e despensas? Uma grande estrutura organizada de seres mais pequenos que nós? Psiu... encontrámos e os nossos cientistas de bata branca fizeram o que deviam: encheram tudo de cimento líquido.

Se existir vida além do planeta podemos muito bem ser um formigueiro por cimentar. Mas temos tido sorte:

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19
Jan08

Um sotaque, dois sotaques, três sotaques pelo ar.

Pedro Chichorro

É difícil, talvez a Maria Rueff tenha chegado muito perto, mas um lisboeta imitar o sotaque do Porto é tão mau como quando um brasileiro tenta falar como os portugueses. Aliás, a razão é a mesma, os portugueses não falam todos da mesma forma, os portuenses também não e muito menos os nortenhos em geral.

É tudo muito complexo, tenho um amigo brasileiro que já fala como os brasileiros com um sotaque do Porto. Mas lá está, é amigo e uma pessoa nem liga. Conheço um francês que arranha português e escreve «siempre» em espanhol porque sempre ouviu essa palavra em português do norte. «Sempre» com sotaque prova que este(s) sotaques são influência dos hermanos.

O que acontece então quando um lisboeta tenta imitar o «sotaque do puorto»? Acontece uma real cagada, uma mistura de Gondomar, Braga, Guimarães e até Viseu se não os segurarmos! Mas lá, Leiria é Norte. Tal como os brasileiros que quase falam ucraniano quando nos tentam imitar. Dizem «ane» em vez de «Ana» e nem nós nem ninguém os percebe muito menos acha graça.

Como diria o Sócras, é preciso que os portugueses saibam que só dentro da cidade do Porto o ouvido treinado consegue distinguir pelo menos 3 sotaques.  Primeiro o de quem vive cá mas não é realmente daqui. Este sotaque é mesclado mas tem um fio condutor. Geralmente anazalam o fim das palavras: dizem «Zéan» quando querem chamar o «Zé», por exemplo.
Depois temos dois sotaques absolutamente distintos e geográficamente separados por não mais de 8Km. O da Ribeira/Sé e o da Foz.

O que os distingue é principalmente o uso dos tempos verbais. Não os usam.
Os meninos da Foz usam sempre o presente e dizem sempre «andamos», isto é facilmente observável nos canais nortenhos de televisão e RTPN. Não distinguem o «começamos» do «começámos» e usam sempre a forma presente. Ferramos, caçamos, chateamos, falamos.

Na Ribeira é o oposto, é sempre no passado: Ferrámos, caçámos, chateámos e falámos. De notar também o uso do «oum» em vez de «ão». Sé e Ribeira.
Isto é apenas uma leve aproximação ao tema. Apenas falei no pequeno concelho do Porto. Gaia é um concelho gigante e com muitas povoações, Matosinhos tem influências piscatórias de destaque e Gondomar... Ah «Gondomarrrrr» (ler o R como os ingleses).
Mas nada bate a força e até a rudeza de Braga, Trofa ou Guimarães, mas seria fugir demais embora em Lisboa pareça tudo igual. Talvez porque a grande maioria dos nortenhos que vão para lá sofram de síndrome de Fernando Alvim e, no fundo do típico português: têm vergonha do que são e já nem conhecem a mãe. (os portugueses, o Fernando só tem pavôr de ter sotaque).
Eu que nasci no Porto e moro aqui desde os 18 só consigo dizer «Pláno Bêa» em vez de Plano B e isto diverte algumas pessoas. Também gosto de dizer «inhántes» como em «O Café Santiago fica inhántes de chegar ao Coliseu» (isto se vier dos Poveiros). Para mim chega-me e não quero abusar da sorte.

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