Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008
Rosa Francelina Dias Martins

Hoje soube da existência da Dona Rosa:

Tinha 21 anos quando começou a vender lotaria nas ruas da capital. Aos 30 foi cantora de rua, depois de um incidente que fez com que deixasse de vender lotarias. Um dia, «estava a cantar na Rua Augusta e um austríaco parou para me ouvir». Passado uns tempos, surge o convite para ir cantar a Marrocos. Hesitante, «é que há artistas mesmo» e não sabia porque tinha sido escolhida, acaba por aceitar. «Foi espectacular, nunca tinha andado de avião nem entrado num hotel», recorda, «pena é que eu não saiba falar outra língua que não o português».

Texto completo aqui



por Pedro Chichorro às 17:15
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